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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Por uma cidade sem cavaletes!

Outro dia, andando, cantando (e patetando) por aí, tropecei em um cavalete com a propaganda de um candidato (a releeição) a Deputado Estadual.  Xinguei ele até a terceira geração, pois, como pedestre,  tive meu direito ao livre trânsito nas calçadas ameaçado.

A propaganda dele dominava a cidade e ele era quase o único que fazia essa propaganda: em cada esquina, ao longo de canteiros... a imagem dele já cansava meus olhos. E em uma avenida famosa da cidade, observei a "fabriketa" de cavaletes e eles saindo aos montes em veículos utilitários para se espalharem por aí.

Então fiz um alarido, denunciei no Ministério Público Federal, invoquei decisões anteriores do TSE contrárias ao uso do objeto e tá aí o resultado: o tal cavalete se proliferou de tal forma que virou "tendência"... O Candidato que não usa, tá fora de moda, e merece até não ser eleito nessas eleições. "Brigadão!"

Não se pode ganhar todas.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Será que eu encaro?

Já contei uma vez aqui o quanto eu tenho nojo de bola! É algo que vai além de mim!

E não está sendo fácil administrar essa minha vida: eu, pessoa em constante evolução, ficar de fora do "mundo da bola".

Então que onde trabalho tem um campinho de futebol e não deu outra: inventaram um torneio de futebol feminino! Adorei a inovação, apoio a iniciativa, mas e eu, como fico diante desse quadro "tão moderninho"?

Apesar da minha crise alérgica, estou tentando "enfrentar essa dificuldade" de cabeça erguida.. até onde isso vai dar, não sei.

E para completar essa minha fase de "Mulher da Bola", ganhei um Bola Oficial da Nike, de uma promo da Nestle categoria "Melhor Texto".


Será que dessa vez vai?

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Doenças, frescuras e chatices em geral


Então que nem tudo é festa na minha vida... Quem me dera! Adoraria que fosse assim. Estar sempre simpática, sorridente e de bom humor é o meu sonho de consumo!
 Estou em um “período alérgico”, que  na verdade que se confundo ao “período de restrição”.
 Tudo isso para dizer que não estou podendo usar perfume por no mínimo três meses, não posso nem pensar em ficar pegando em paninhos e papeis em geral ( e assim estou suspensa do “mundo de scraps”), e nada de poeira o que significa que eu também não posso jogar bola (oi?)!
 “Rapadura é doce, mas não é mole não!”

quinta-feira, 18 de março de 2010

Vou botar muita pressão

Fico imagino o quanto de coisas fazemos ou deixamos de fazer por algum tipo de pressão... É pressão da família, dos amigos, do mundo... Né legalzão isso?

De verdade, nunca tinha pensando nisso até escutar um amigo contando um “causo” seu... Meu amigo tinha “de um tudo” (como se diz por aí): família, bom emprego público, casa, carro, saúde... No entanto vivia por aí, com cara de preocupado, meio carrancudo... Então foi questionado pelos amigos o motivo de tanta preocupação... A resposta dele foi inesperada: "Cara, vocês não sabem, mas no meu trabalho sofro muito pressão de Brasília”... Juro que na hora me deu vontade de gargalhar e dizer (umas verdades do tipo #VTF): “vem cá, mas tu nunca tiveste responsabilidade na vida, não?”...

É, tem pessoas que são assim, procuram problemas para justificar um mau humor eterno... Já eu, canto, danço e sapateio (tá legal, às vezes eu choro também) com a “pressão de Brasília” que eu sofro...

Caramba, traballho com prazos, isto é as horas para mim são fundamentais, e os prazos são imperdoáveis – perdeu: já era, pode chorar em outro lugar... Como dependo de horário de protocolo, também fica a “mercê” do relógio, mas precisamente do horário de Brasília (então, logicamente, sofro muita pressão de Brasília..rá!).. Muitas vezes, na pressa, no desespero, o tic-tac, tic-tac, tic-tac é desesperador...

O melhor disso tudo? quando o prazo termina e se consegue realizar o seu trabalho com êxito, bem finalizado.. então é hora de sair, comemorar, pular.. Quer algo mais feliz que isso? Adoooro!

domingo, 14 de março de 2010

No Escurinho do Cinema

Quando criança, assisti muitos filmes dos Trapalhões e da Turma da Mônica... Delícia! Era programa garantido nas férias escolares.

Até que um dia meus pais, quando eu estava aprendendo a ler e interpretar por volta de 9 anos, me levaram para assistir um drama italiano (olha a viagem torta) chamado “Dio Como te amo” (minha mãe já tinha assistido e amado quando ela era mocinha) ...Tudo para eu ler as legendas... Não me recordo as cenas, nem a história, nem os personagens nem nada, só me lembro da música(até hoje nos meus pesadelos eu escuto a voz “mela cueca” cantando “Diiiiiiiiiiio como ti amooooooo”)...Ôooo tortura!

Até que por volta de meus 12 anos, comecei a freqüentar cinemas de verdade... Especialmente os cines 1, 2 e 3, de fácil localização e transporte... Então quando vinha uma prima dos meus primos que morava Santarém, lá eu ia pro Cine 1, 2 e 3 assistir logo de 2 a 3 filmes, pq na cidade dela não havia cinema... Muito legal!

Amizades, paqueras, encontros... fizeram parte da minha vida no cinema.. Adoro uma telona e sou particularmente contra filme pirata.. Gosto mais é da Sala de Espetáculo mesmo.

Então que passou o Oscar 2010 e me toquei que pouco tinha vista os filmes que concorreram ao prêmio (e mesmo os que não concorreram) - o último filme que tínhamos assistido foi Sherlock Holmes em fevereiro/2010... E lá fui eu e maridão na 6ª e sábado (dias 12 e 13) fazer uma maratona, e então assistimos cinco filmes, que faço a minha própria (torta) análise aqui:

1) Ilha do Medo

Maravilhoso! Um Clima de suspense e umas músicas de fundo meio assustadoras, apesar de não ser de terror... Filme tenso ! Leonardo di Caprio arrasando na tremedeira peculiar do bom ator (mas ele tá bem feinho e envelhecido no filme)!

2) Simplesmente Complicado
Filme delicioso! Ótimo para assistir com o seu amor do lado (dá vontade de sair do cine e ir namoraaaaar muuito)... Arranca boas risadas tb!

3) Idas e Vindas do Amor
Filme romântico com vários contos,no estilo de Simplesmente Amor, mas que se passa no Dia dos Namorados.... Muito bom!

4) Invictus
Excelente filme para saber um pouco da Africa e da história de Nelson Mandela... Como o grande destaque é para o rugby, me vi torcendo e vibrando no filme pelo time africano. Adorável! O Morgan Freeman faz uma interpretação bem caricatada do presidente africano.

5) Guerra e Terror
O filme é realmente o que diz o seu título: mostra o terror da guerra, bombas... É um filme bom, no entanto, ao meu ver (eu: pessoa que não curte guerras e bombas!), não merecia levar o Oscar... me causou enjôo e nojo em algumas partes... Sinceramente, contei os minutos para o filme acabar! Tive pesadelos! Sou mais Avatar e seu mundinho de fantasia (pq eu não sou obrigada!)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Dança da Motinha

Meu sonho é ter uma motinha! Tá é a mais pura mentira...

Não sei andar de moto, nunca dirigi uma e na carona, eu sou mais “Zé” do que não sei o que...

Uma vez fui a Paragominas-Pa de ônibus e cheguei lá no Terminal Rodoviário, no início da cidade, por volta de meia noite... Com muita fome, cansada ..só o que restava para chegar ao hotel era pegar um moto taxi...

Logo de cara pensei em ir a pé (uns 40 min de caminhada até o hotel mais próximo), mas não dava.. E o que é aquele cheiro no capacete do carona, hein? Puro Kolene misturado com um ranço que não sei nem explicar, só sentir (e passar mal)... O jeito era encarar aquele temido transporte...

Não, moto (bike, skate, patins, patinete e tudo com 2 rodas) não é pra mim.. tive uma sensação de perda de sentidos e achei que fosse morrer ali mesmo, agarradas as costas de um total estranho numa cidade do interior do Pará.. Frescura? talvez... mas acho que está mais ligado ao meu “desequilíbrio corporal” que não me permite permanecer sentada em duas rodas de maneira glamourosa e ao mesmo tempo sensata...

E assim foi destruído o meu sonho de percorrer o mundo que nem em “Diários de Motocicleta” com uma conotação tão poética... Acho digno quem pega uma moto, coloca uma mochila nas costas.... e vai ver a vida em outras ares...mas pra mim, mais digno ainda (no meu ponto de vista) é andar por aí de carro e bem segura da vida que se tem, da vida que se leva.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Só se for o melhor!

Sou extremamente tímida (apesar de falar pelos cotovelos e de vez em quando "palestrar" por aí), mas quando eu era criança eu batia o recorde mundial da timidez infantil.

Minhas amizades eram conquistadas aos poucos e eu pouco falava (ou gaguejava, coisa que faço até hoje)... Na adolescência a minha timidez passou a ser um fato de "risco de vida"... Claro que eu não era a única assim, mas não conseguia me interagir com os grupinhos já formados.

Então, na escola em que estudava, as professoras sempre tentavam uma maneira de interagir os alunos e inventavam histórias, como passeios e outras coisitas mais.

Até que um dia, no auge dos meus 12 anos, a professora inventou que iriamos fazer "um café da manhã ecológico", nos jardins da escola... ok, ok, boa tentativa!

E na véspera do evento, que contava com a colaboração de cada um para levar os mantimentos do café, estava as voltas com minha mãe (que não gosta muito de cozinhar) a procura de um "negócio muito legal para levar para escola"...

Sei lá o que deu na minha cabeça (e na da minha mãe) que fomos numa padaria "bem furrequinha" perto de casa e compramos "meio cento de gravatinhas" para levar.... Aff! Olha só: sou boa de boca* mas aquilo estava intragável, a "pior coisa do café da manhã" todos diziam.. A minha (grande!) sorte é que entreguei cedo para uma das professoras e ninguém viu quem tinha dado (e acho que nem a professora lembrava) .. Morri de vergonha, mas jamais revelei que tinha sido eu a autora do crime!

Hoje em dia, se for para levar alguma coisa para uma festa só levo ser coisa boa (e geralmente cara!), como um bolinho da Abelhuda ou algo assim.. Se não puder levar, dou a grana para comprarem algo e daí a culpa já não é mais minha se a coisa for ruim ... Fiquei com trauma!

*por ser boa de boca outro dia resolvi ter mais um título na minha vida: "degustadora". Então fiz uma capacitação para tanto e lá fui eu para a prática. Decepcionante! Tinha muita coisa ruim (pior que a gravatinha da escola) que reprovei de imediato (e seguindo os critérios objetivos dos degustadores). Mas não deu outra: passei mal, fiquei até empolada por causa das "comidinhas degustadas". Comigo, só se for comida boa mesmo!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Eu fiz!


Eis meus humildes trabalhinhos em scrap manual. Parece simples, mas para mim, que tenho 1000 dificuldades, é muito difícil. Tá looonge de ser uma coisa 100%, mas pera lá... um dia (talvez não nessa vida!), eu chego lá!

O vermelhinho é um bloco de anotações. Já o outro é uma amostra de como se fazer na agenda. Fofos!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"Minha professora é bonita"

Quando eu era criança, no ensino fundamental, eu queria ser "a mais inteligente da sala".... Em vez de eu me preocupar com coisas mais legais, do tipo ser "antenadinha na moda infantil", aquela que sabe tuuuuudo sobre desenhos animados, eu ficava sonhando com medalhas, prêmios e conderações como a "Aluna nº 1".
Então eu ficava, horas a fio, debruçada em casa lendo livros, fazendo 1000 problemas em matemática (hoje, não sei nem fazer a simples conta, 1+1=?) e estudando a "história e geografia do Brasil", que na época não tinha nem esse nome a matéria.... Daí eu sabia, na 4ª série por exemplo, qual era a "renda per capita" de João Pessoa. Que era isso, hein?
Mas embora tudo isso, havia um "fator x", um "calcanhar de aquiles", que me enfraquecia, e eu no "alto da minha inteligência infantil" não notava: era fraquíssima em Português, pois não tinha "imaginação" para escrever.
Lembro que nem redação eu fazia, mas apenas "construções de frases"... e lá eu ia, toda serelepe e "me achando", fazer "a melhor frase do mundo"... É, pois só alunos nº 1, seriam capazes dessa façanha.
Então a "tia" passava a lição: "escrevem uma frase sobre a sua professora"... E lá eu escrevia (com letra de caligrafia, pois adorava essa lição): "a minha professora é bonita".... A frase seria ótima se não fosse a mesma para todos os tipos de frases, como por exemplo no dia dos pais ser "o meu pai é bonito".... Tudo para mim era "apenas bonito", não tinha outra qualidade e eu achava que aquela era a "melhor frase do mundo" e mais uma vez ia receber louros e condecorações pela frase perfeita....
Daí que eu quebrei a cara quando a "tia" me deu o "maior sermão do mundo" pela minha frase sobre a beleza das flores.... Não acreditei que eu, "a aluna perfeitinha", tivesse feito a lição errada.
Então lá fui entrar, entrar de verdade no mundo das frases e redações tentar reverter essa "mancha" no meu currículo, e fui estudar por conta própria (na 4ª série, como menina prodígio) técnicas de redação, para poder ser uma pessoa com redação e frases melhores....
Sempre me lembro dessa história, especialmente quando participo e ganho concursos culturais, que "se não fosse a tia da escola", ainda estaria no meu mundo de "apenas beleza" das pessoas. Brigadão, tia!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Teoria da Evolução

Não sou uma new-Darwin, mas estou confiante na minha evolução, como pessoa e como mulher.

Não vou entrar em temas chatos, só vou falar da minha evolução com o trato do p-a-p-e-l. É assim, apesar de gostar de escrever, não sei lidar com ele direito.

Ao longo dos anos, tive muitos atritos com o papel. Não sei grampear direito (não tenho habilidade para isso), cortar é uma dificuldade, furar é um caso de polícia, além do que sempre acontece de eu me furar com papel.. Uma simples folha pode ser mortal para mim (se acertar a uma veia, por exemplo).

Então essa falta de coordenação motora com o trato do papel me fez adentrar em um mundo novo para me policiar dessa patetice total que eu passo, diariamente, pois é raro um dia que eu não tenha que furar, grampear e escrever em um papel, além de outras coisas ligadas a ele.

Então comecei a me interessar por embrulhar presentes: fita durex, fitinhas, adesivos e tudo o mais, papeis coloridos... Foi (e ainda está sendo) uma experiência gratificante! Apesar de estragar muitos adereços (por inabilidade, registra-se), ao final de alguns anos de prática já vejo uma evolução em mim.

Mas isso não era suficiente, era necessário vencer as barreiras....

Então foi assim que no ínicio de 2008 eu, por iniciativa própria, entrei numa lojinha de scraps e tive a sorte de falar com a proprietária da loja, muito solicita e educada que me explicou de "um tudo" sobre como funciona.... Então ela disse que era melhor eu fazer um curso e tals...Precinho do curso = quase R$300,00....

Como meu dinheiro é suado, falei logo para ela que não estava no meu orçamento esta despesa, foi aí que prontamente ela propôs me avisar quando houvesse curso "free".. Eu, que de graça topo tudo, me senti aliviada... E foi assim que comecei meu curso de scrap manual... Em maio de 2008, de verdade (quando teve o 1º curso grátis).

Fui para mais um e mais um, e no sábado agora (dia 17/01/2009) teve mais um - já em outra loja... Tudo free, com gente legal, material disponível e muita animação (além do lanche...)... Maravilhoso: fiz um bloquinho de anotações.. muito legal, que apesar de meio porquinho (borrei um pouco de cola) ficou lindo!

E assim vou caminhando, evoluindo e aprendendo como grampear, cortar papel, colar, furar.... É isso aí!