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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Será que eu encaro?

Já contei uma vez aqui o quanto eu tenho nojo de bola! É algo que vai além de mim!

E não está sendo fácil administrar essa minha vida: eu, pessoa em constante evolução, ficar de fora do "mundo da bola".

Então que onde trabalho tem um campinho de futebol e não deu outra: inventaram um torneio de futebol feminino! Adorei a inovação, apoio a iniciativa, mas e eu, como fico diante desse quadro "tão moderninho"?

Apesar da minha crise alérgica, estou tentando "enfrentar essa dificuldade" de cabeça erguida.. até onde isso vai dar, não sei.

E para completar essa minha fase de "Mulher da Bola", ganhei um Bola Oficial da Nike, de uma promo da Nestle categoria "Melhor Texto".


Será que dessa vez vai?

quarta-feira, 10 de março de 2010

Base de dados do meu Relatório

Na minha vida tudo funciona na base do relatório... Dos mais fofos, coloridos e “cutes” aos mais práticos.. É relatório disso, relatório daquilo... minha nova mania!

E é assim, tudo, tudo tem que estar no Relatório! Sem tema? Ahhh isso é o de menos, invento na hora! As informações é que contam...e elas são alimentadas por mim através de 1000 consultas (de telefone, de informações, de publicações, do Google, de emails...) dependendo do assunto...

Exemplo prático é “meu controle particular” que tenho dos processos de outro setor... Isso mesmo: tenho domínio sobre o processo alheio, apesar de eles nem sonharem com isso (tá é meio potoca, eles já sabem pq fui lá pegar informações...). Tudo planilhado. Homem que inventou o Excel: te amo, tá?

Tenho relatório até de senhas, não senhas bancárias, mas de senhas de sites (ah... tb tenho relatório de sites)... Poxa, hoje cada site inventa um tal de ” página do usuário: cadastre-se grátis”.. e lá vou eu né? pq não posso ficar de fora não.... e lá vai mais informações para o meu relatório.

Então que também na vida real, tô tão paranóica que me imagino fazendo relatório de pequenos “causos” contados por pessoas mais próximas... até para evitar aquelas famosos contos espetaculares, em que uma pessoa diz uma coisa aqui, depois aumenta ali... Nem vem com esse papo furado pro meu lado...

Claro que nem sempre este relatório está completo, lindo e acabado... na maioria das vezes está em constante transformação.. mas e daí? o relatório é meu mesmo, eu abasteço de informações, ta guardadinho (as vezes só dentro da minha cabeça)... Sempre digo “Cuidado, que está tudo no meu relatório!”

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Eu pego!

Segredinho que sempre acontece: não adianta quantas vezes eu vá ao shopping (oi? tb tem o It Center), sempre acontece isso - é quase tão involuntário como respirar - não tem jeito: sempre pego o encarte das Lojas Americanas.

Então esse prática remonta a minha adolescência, e foi cultivada (e muito incentivada) pelas minhas amizades molecas (que preservo até hoje)...

Funciona assim: não preciso nem entrar na loja... eu vou lá na frente, pego o encarte e vou embora...

Quando chego em casa, eu começo a ver, rever, "tre-ver" e vou, vou e vou viajando pelas páginas do caderno... e me imaginando com os 1000 produtos do encarte...

Então vou circulando com a caneta os produtos que quero (e ainda escrevo o meu nome).. Marco 1, 2, 15, 20.... destaco até produtos que quero dar de presente...

Ontem peguei um encarte da Americanas e não marquei.. pq minha colega de trabalho "roubou" da minha mesa e não me devolveu... tem problema não viu, nega? daqui a pouco eu vou lá de novo e pego um "só" pra mim...

Se eu compro alguma coisa? No sei.. depende do meu humor$... na maioria das vezes não... mas eu amo!

sábado, 23 de maio de 2009

Nostalgia

Estou numa fase de relembrar todas as minhas amizades antigas, fatos e "causos"... E tenho ficado tão emocionada! Depois conto algumas histórias.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Só se for o melhor!

Sou extremamente tímida (apesar de falar pelos cotovelos e de vez em quando "palestrar" por aí), mas quando eu era criança eu batia o recorde mundial da timidez infantil.

Minhas amizades eram conquistadas aos poucos e eu pouco falava (ou gaguejava, coisa que faço até hoje)... Na adolescência a minha timidez passou a ser um fato de "risco de vida"... Claro que eu não era a única assim, mas não conseguia me interagir com os grupinhos já formados.

Então, na escola em que estudava, as professoras sempre tentavam uma maneira de interagir os alunos e inventavam histórias, como passeios e outras coisitas mais.

Até que um dia, no auge dos meus 12 anos, a professora inventou que iriamos fazer "um café da manhã ecológico", nos jardins da escola... ok, ok, boa tentativa!

E na véspera do evento, que contava com a colaboração de cada um para levar os mantimentos do café, estava as voltas com minha mãe (que não gosta muito de cozinhar) a procura de um "negócio muito legal para levar para escola"...

Sei lá o que deu na minha cabeça (e na da minha mãe) que fomos numa padaria "bem furrequinha" perto de casa e compramos "meio cento de gravatinhas" para levar.... Aff! Olha só: sou boa de boca* mas aquilo estava intragável, a "pior coisa do café da manhã" todos diziam.. A minha (grande!) sorte é que entreguei cedo para uma das professoras e ninguém viu quem tinha dado (e acho que nem a professora lembrava) .. Morri de vergonha, mas jamais revelei que tinha sido eu a autora do crime!

Hoje em dia, se for para levar alguma coisa para uma festa só levo ser coisa boa (e geralmente cara!), como um bolinho da Abelhuda ou algo assim.. Se não puder levar, dou a grana para comprarem algo e daí a culpa já não é mais minha se a coisa for ruim ... Fiquei com trauma!

*por ser boa de boca outro dia resolvi ter mais um título na minha vida: "degustadora". Então fiz uma capacitação para tanto e lá fui eu para a prática. Decepcionante! Tinha muita coisa ruim (pior que a gravatinha da escola) que reprovei de imediato (e seguindo os critérios objetivos dos degustadores). Mas não deu outra: passei mal, fiquei até empolada por causa das "comidinhas degustadas". Comigo, só se for comida boa mesmo!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

"Minha professora é bonita"

Quando eu era criança, no ensino fundamental, eu queria ser "a mais inteligente da sala".... Em vez de eu me preocupar com coisas mais legais, do tipo ser "antenadinha na moda infantil", aquela que sabe tuuuuudo sobre desenhos animados, eu ficava sonhando com medalhas, prêmios e conderações como a "Aluna nº 1".
Então eu ficava, horas a fio, debruçada em casa lendo livros, fazendo 1000 problemas em matemática (hoje, não sei nem fazer a simples conta, 1+1=?) e estudando a "história e geografia do Brasil", que na época não tinha nem esse nome a matéria.... Daí eu sabia, na 4ª série por exemplo, qual era a "renda per capita" de João Pessoa. Que era isso, hein?
Mas embora tudo isso, havia um "fator x", um "calcanhar de aquiles", que me enfraquecia, e eu no "alto da minha inteligência infantil" não notava: era fraquíssima em Português, pois não tinha "imaginação" para escrever.
Lembro que nem redação eu fazia, mas apenas "construções de frases"... e lá eu ia, toda serelepe e "me achando", fazer "a melhor frase do mundo"... É, pois só alunos nº 1, seriam capazes dessa façanha.
Então a "tia" passava a lição: "escrevem uma frase sobre a sua professora"... E lá eu escrevia (com letra de caligrafia, pois adorava essa lição): "a minha professora é bonita".... A frase seria ótima se não fosse a mesma para todos os tipos de frases, como por exemplo no dia dos pais ser "o meu pai é bonito".... Tudo para mim era "apenas bonito", não tinha outra qualidade e eu achava que aquela era a "melhor frase do mundo" e mais uma vez ia receber louros e condecorações pela frase perfeita....
Daí que eu quebrei a cara quando a "tia" me deu o "maior sermão do mundo" pela minha frase sobre a beleza das flores.... Não acreditei que eu, "a aluna perfeitinha", tivesse feito a lição errada.
Então lá fui entrar, entrar de verdade no mundo das frases e redações tentar reverter essa "mancha" no meu currículo, e fui estudar por conta própria (na 4ª série, como menina prodígio) técnicas de redação, para poder ser uma pessoa com redação e frases melhores....
Sempre me lembro dessa história, especialmente quando participo e ganho concursos culturais, que "se não fosse a tia da escola", ainda estaria no meu mundo de "apenas beleza" das pessoas. Brigadão, tia!

sábado, 29 de novembro de 2008

Só para registro!

E como eu estou com a "corda toda", vou deixar mais um registro aqui: hoje foi a festa de confraternização do meu trabalho...

Teve amigo invisível e ganhei o que eu queria: coisinhas fofas e transadinhas de escritório.. tudo muito lindo meeeeeesmo... Fiquei morta de feliz!

Ah, e como não poderia deixar de ser teve sorteio de prêmio e ganhei uma bike na caixa, muito legal!

Só para registro, como diz o título do post, eu, hãn... não sei andar de bike..

Acho que meu jeito, totalmente estabanada de ser, não permite que eu tenha qualquer estabilidade em duas rodas.. Mal consigo me equilibrar quando estou de salto, imagina em uma bicicleta? Lembro de ter andado algumas vezes em Mosqueiro, durante umas férias aí.... Mas tive tantas quedas que desisti da "aventura"...

Repensando os fatos, acho que por isso que também não meu dou muito bem com moto.. Não há quem me faça me sentir bem e "segura" nesse veículo... Fico totalmente sem jeito e faço "de um tudo" para evitá-lá.... Anos que eu não ando de moto. Ufa!

sábado, 15 de novembro de 2008

Memórias

Ontem, só para variar do meu dia de comer brigadeiro e/ou casadinho, revolvi comer "uvinha" e então separei delicadamente os carocinhos e , hãn, detonei o docinho...

Daí eu relembrei da minha época de infância em que eu morava num casa que tinha verdadeiramente um quintal, com muitas plantas... Não é como agora que a minha mini-casa só tem uma area de 1m, acho....

Então meu quintal com canteiro grande de plantas era o meu local secreto, meu paraíso particular e lá ia eu, quase todo o dia a tarde, ver como estavam as formigas, que eu ora queria que morressem ora queria que vivessem com muita diginidade (jogava perto do formigueiro migalhas de bolos, pães).... Meu lado bruxa-má-fada-boa estava começando a florescer...

Também via como estava a minha plantação... isso mesmo: eu plantava tudo na terra: arrava (ou fingia isso), molhava e lá plantava mil sementes de frutas cotidianas: maçã, pêra, maracujá, abacate, uva... Tudo sem o menor critério, mas com muito amor e carinho... até aquees pontinhos pretos da banana eu raspava e plantava.... E todo dia lá ia ver se estavam crescendo as minhas plantinhas... e como não nasciam e/ou cresciam rapidamente (como em " O pé de feijão") lá ia eu plantar novos, fazer novos buracos, catar novas sementes....

Passava a tarde nessa "labuta", típica roceira da cidade....Nunca nasceu uma plantinha minha de verdade!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Lista Secreta

Posso até parecer meio "ruimzinha" ( e acho que sou mesmo!), mas tenho uma lista das pessoas que convivem comigo.
Como sou morta de má, simplesmente divido a minha lista em:
1) Pessoas que eu amo!;
2) Pessoas que eu odeio!;
3) Pessoas que eu ora amo e ora odeio!
4) Pessoa que eu amo de verdade!
No momento só posso revelar o nome da pessoa que eu amo de verdade, meu maridão, o que não é segredo nenhum.
Quanto aquelas pessoas que eu amo, são aquelas que .. Aaah, precisa mesmo dizer? Merecem tratamento especial pelo que são e eu confio totalmente, sei que posso contar e adoro!
Meu amor e ódio, vai para aquelas pessoas que me fazem um bem danado, mas que de uma hora para outra, viram a "pá" para mim... Tudo muito civilizado e perfeitamente humano, sem nenhum derramamento de sangue....
Quanto as pessoas que odeio, sem comentários... Apenas passam, passam com sua pontinha de maldade no ar (nada comparado a minha maldade pessoal)...
De vez em quando me dá um "siricotico" e falo do meu ódio por essas pessoas, mas como me diz a uma sábia amiga: "não vale a pena, deixa disso..."
Ah, e antes que me esqueça ( e mostre que também não sou pura maldade), também demonstro, vez por ora, a minha imensa gratidão às pessoas que amo. Essa sou eu!